Essa situação é de muita complicação nas casas espiritas em geral, pois pode acontecer e por diversos motivos. Mas temos que abordar esse assunto com muita calma com as pessoas envolvidas.
Bem eu sou Alexandre de Exu, um babalorixá da nação ketú e um Obaonioriaté/Isefá de Ifá, Alufá de Egungun. Mas o que talvez muitas irmãos e irmãs não saibam é que sou com muito orgulho Kangira de Umbanda. E que tenho a coroa de Oxossi.
Voltando ao nosso assunto de animismo e mistificação. O animismo é o mais perigoso de todos. E não devemos chamar a atenção da pessoa e sim ver como ajudar. Pois a pessoa pensa estar com a entidade ou em transe.
Quando falo casa espirita me refiro a todas elas que pode ser de Umbanda, Candomblé, Kardecistas ou outra forma de atividades espirituais. Citei as mais conhecidas.
E esse animismo pode ser um problema clinico ou psicológico. E expor a pessoa a uma vergonha pode não ser legal e pode causar o afastamento da casa espirita. Como eu disse e digo a casa espirita é uma união de hospital e escola. Então o primeiro passo é buscar a cura e o segundo é educar. E nunca afastar a pessoa da casa.
É uma situação complicada para a casa, mas o ideal e durante o momento que a pessoa pensar estar incorporada ir tratando e vendo que se pode fazer para sem alarde chamar a pessoa de volta a razão.
Mas deixo claro uma coisa existe vários tipos de mediunidade, e algumas vezes a pessoa está mesmo em transe. Mas a mediunidade dela não é total. E sim parcial. E esse parcial ainda pode ser bem pequena.
Um exemplo Chico Xavier, a mediunidade dele era parcial, o espirito só incorporava ou manuseava a mão dele. E é valido. Basta vermos os livros dele. Então é onde tamanho não é documento.
Outra situação e o efeito físico, que faz a pessoa em transe beber e fumar e ficar bonzinho depois. Tem pessoas que não tem ela aí não consegue beber e ficar bom. Pois mesmo sendo transe total não tem certas coisas. Vai de médium para médium. E o organismo conta também. Além do preparo.
Muitas vezes comentamos se a pessoa estava ou não realmente com seu guia, se estava ou não virado de santo. Estando ou não temos que lidar com esse assunto sabendo que pode ser um irmão com problemas de cabeça e que não faz por mal, ele mesmo pensa que está. E tem o caso que mal a entidade chega perto a pessoa já sai achando que está. Nesta hora o dirigente da casa tem que lidar com muita humanidade, calma e respeito a pessoa. E nunca deve expor ou caçoar dela e nem deixar outras pessoas o façam.
Mistificação ao contrario do animismo na mistificação a pessoa de forma consciente e maldosa finge estar com santo ou seu guia. Mas não a Umbanda ou candomblé sofrem com isso. Mas o ocultismo onde as pessoas dizem que falam com os entes queridos que já foram o além vida. Quando não estão vendo ou falando nada.
Todas as religiões tem esses e outros problemas, pois isso é do ser humano. E até mesmo para colocar a prova as pessoas a volta. Numa espécie de prova.