DE EXU A POMBA-GIRA, DOS PRETOS AOS CABOCLOS

A base do que chamamos da religião brasileira. Que são duas o Candomblé e a Umbanda. Mas a Umbanda que é que tem os personagens mais marcantes da história da humanidade.

Eu sou o Bàbá, Oba e Itefá Alexandre de Exu, mas na Umbanda sou Kangira Apoena. Ou seja, sou de Umbanda e no odu
IWORIGUNDÁ, diz que tem que cuidar de Umbanda e não pode parar. Existe a cerimônia fúnebre para quem é de Umbanda quando falece que não se deve deixar de fazer.

Então meus irmãos que tem Umbanda não pode parar, os guias de Umbanda que são nossos amigos espirituais e que tem uma missão junto a nós e nos com eles. Essa missão não pode ser esquecida ou chegar no fim. Isso serve mesmo para quem fez ou vai fazer santo.

Nunca devemos abandonar um lado espiritual, pois os guias de Umbanda vêm com uma missão junto ao Cavalo/burro. Como são chamados carinhosamente os médiuns de Umbanda. Pois cada guia na verdade é um amigo espiritual que busca a evolução e redenção prestando ajuda ao próximo. Que chamam de caridade.

A caridade não tem que ser de graça, a caridade estar no amor ao atendermos os que precisam. Ao fazermos santo uma coisa tem que ficar certa, não vamos para com a Umbanda. E candomblé e Umbanda uma não tem nada a ver com a outra.

Precisamos da linha de Caboclos para aberturas dos nossos caminhos. Da linha de Ogum para tirar as demandas espirituais quem vem em cima de nós. Da linha do povo da rua que são os Exus e Pomba-gira para as limpezas astral. E da linha do povo água para limpar nossa psique e nossa mediunidade. E da linha das almas para os bons conselhos.

Mas existe um ponto, todos estão numa roupagem fluídica dentro das linhas de Umbanda buscando crescer, evoluir e ganhar luz. Muitos não são o que se apresentam, mas estão ali para mostrar humildade e trabalho. Então cabe o médium dar atenção aos seus guias e a proteção que eles dão.

Os guias de Umbanda têm uma função muito grande em nossa vida é podemos ver inclusive numa narrativa dentro de vários odus de Ifá, com destaque iworingunda.