Candomblé de antes
Além de inventar o candomblé com o que se tinha e como se muitas coisas que antigos levaram com eles, não querendo ensinar ou as pessoas não estavam na casa de santo para aprender.
Candomblé de ontem
Com base no candomblé de antes, se preservou algumas coisas e outras se perderam ou não foi passada. E as casas ficaram aqui alegando a tradição.
Candomblé de hoje
Resgatando as origens, o que não era feito nos candomblés de antes e de ontem, está sendo feito no de hoje. Pois os zeladores estão buscando mais suas origens e aperfeiçoando o conhecimento e limpando a religião de resquício de outras. Chamado de candomblé africano, até pelos tempos que vivemos e que temos amais oportunidades Como o sincretismo apesar de ter tempo agora que estamos executando. Hoje se cuida de;
EGUNGUN – EGBÉ ORUN – ORIXÁ – IFÁ
Harmonizando muito mais a espiritualidade, o sentimental, com as necessidades materiais e o emocional das pessoas.
Essa é a base do AXÉ ELEEGBARA TOLÁ que com coerência e aprendizado no culto aos àwọn Òrìṣà, cuida também de Egbé Orun, Ifá e Egungun. Fazendo como tantos outros Axés, que buscam apurar o conhecimento e acima de tudo colocar em pratica. Coloca em pratica e passa o conhecimento recebido que não é propriedade de ninguém mais de todos no tempo certo. Acreditamos que toda fé tem seu lugar e sua razão de ser.
Os zeladores que fazem o candomblé hoje, não são de mudar a tradição ou fazer o tal do achismo, a base é a mesma. E como um carro que velho que você; tirou as ferrugens, renovou a pintura, fez a forração dos bancos e colocou acessórios. Que são uma multimidia, câmera de ré e sensor, vidros elétricos. Trocou as borrachas do motor e mangueiras e deu uma caprichada nas rodas.
É o mesmo carro mais está recuperado, para rodar mais muito tempo, pois também se trocou os filhos de gasolina e óleo. Isso não mudar é preservar o sagrado. O mesmo exemplo podemos dar de uma casa velha que recebemos de herança e fazemos uma obra, trocando o madeiramento do telhado que esta podre ou empenado, o foro com cupim em algumas partes, o cimento vermelhão colocamos um piso frio, tiramos a latrina do banheiro e colocamos um vaso sanitário com caixa, a lata de 20 e a bacia para banho, colocamos uma chuveiro elétrico, colocamos lavabo no banheiro e um box brindex, ladrilho onde era tinta e piso frio no lugar do cimento liso. Na cozinha mesma coisa e nos quartos e sala, damos moral na copa e na varanda. Além de uma arrumada com um paisagista no jardim. E o principal atualizamos a parte elétrica.
Então pergunto é o mesmo carro? É sim. É a mesma casa? É a mesma casa. Mas foram reformadas como mostra de carinho e zelo. E para que durem mais tempo. Não foi mudado nada o que estamos fazendo são providencias para durar mais.
Essas pessoas receberam essa religião em casebres de pau a pique, casa de sopapo e depois eles mesmo atualizaram para o tempo deles. Que é a casa velha ou o carro antigo. Mas nós pro amar o legado do povo antigo e que estamos recuperando para ser usado mais tempo assim meus irmãos é as religiões que vão se modificando para se acomodar na sociedade de hoje como farão nas de amanhã.
A história dos nossos ancestrais que antes era riscada nas paredes das cavernas, depois passada de boca a boca na tradição oral. Aí foi escrita a lápis depois a caneta, mais adiante na máquina de escrever manual e depois elétrica. Mais aí veio ao mundo o advento dos computadores. Ai tudo mudou mais é a mesma história. Só mudou a forma que é preservada.