Existe uma situação entre os aburos que são os irmãos mais novos e os agbomes que são os mais velhos. Que inclui os que não são egbomes mas tem um tempinho de iniciação. Você pode enganar as pessoas, mas os Isekas estão vendo as coisas e você esta sendo visto. Isekás para quem não tem ideia são antigos da religião que já desencarnaram e ficam como egun vendo quem faz as coisas errada e punindo ou cobrando. São ligados ao orixá Oshô e Danko.
Eu sou o bàbá ALEXANDRE DE EXU – do RJ. Sou de Orixá e Ifá. Atendo quem precisar pelo zap 55 21 991379383. Vamos ver rumbé que são as normas de casa. Atendo em Magé e Niterói. Presencial ou Online. E vou nos locais que precisarem.
Lembrando que os mais velhos são responsáveis pelos erros do mais novos. Pois devem saber que os mais novos não têm conhecimento e nem maturidade espiritual. Dai os mais novos não falarem nada e nem dar sua opinião na presença dos mais velhos.
Nossa religião não é achismo e sim o que é.
Quem é feito de santo não troca bençãos com abíyán, os abíyáns pedem benção e que é iniciado vai abençoar em nome do seu santo, pois passou numa cerimonia especial que é a feitura para poder dar a benção. Trocar com seus iguais e receber dos seus mais velhos.
Mais novos sentam na esteira e usam ágata, abíyán usam parto e caneca de alumínio. Não sentam fora da mesa na mesma altuta do mais velhos, não olham no rosto e olhos dos mais velhos.
Egbome ou mais velho de santo só com as obrigações em dia. Velho de santo é uma coisa, iniciado a mais tempo é outra coisa. E bem diferentes e com grandes fundamentos.
Calçados na roda, até obrigação de 3 anos se anda descalço na roda e na roça de santo. É tolerado sandálias de dedo na roça, mas na roda não. Após obrigação de 3 anos chinelos baixos e com 7 anos pode ter um santinho, porém não pode ser mais alto que das pessoas mais velhas da casa. O mesmo para saia que não pode ser mais armada que as mais velhas da casa. O Abada ou Alaká a mesma coisa não pode ser mais cumprido que os mais velhos da casa.
O Bantê e a Kafita cada casa tem sua norma, o mesmo para vestimentas de Ogans e Ekedes.
Na roda quem tem tempo de santo, mas não tem obrigação fica no lugar referente ao seu tempo de santo. Porém quando a cantiga parar tem que se abaixar igual aos Ìyáwó. E não pode se sentar na mesa dos egbomes e nem ficar junto. Pois tem tempo mais não tem obrigação.
Quando se mesa egbe-axé que todos sentam, deixar o lugar do que foram iniciados a mais tempo vazio para eles sentarem.
O mais novo não sentar na mesa antes do mais velhos e sempre deixando um lugar para os mais velhos o mesmo na hora de deixar, procurar saber onde os mais velhos gostam de ficar e deixar lá livre.
Ficar sempre junto com pessoas iguais, pois todos somos iguais. O mais velho não deve deixar mais novos próximos de si, sempre por tempo de santo ou função, posto ou oyê.
Adobar fazemos quando chegamos e quando estamos indo embora, quando estamos na casa pela manhã e ao anoitecer que vamos dormir.
Os mais velhos devem ser os primeiros a puxar as rezas do início da manhã e do início da noite, puxar as rezas nas refeições. E a adobar para o responsável da casa. Tem que adobar não é apenas tomar benção na mão. Ter suas certinhas no caso as de ração para as atividades diárias de trabalho no axé e as de roda. Deverá saber o tipo de roupa a ser usada em cada momento do axé.
Todos do axé devem saber que existe;
kẹkẹ bere que é a roda dos iniciados, nesta todas todos participam mas quem não tem 7 anos ao parar os Orins(as cantigas) tem que se abaixar ou seja ficar de cócoras.
kẹkẹ egbome que é a roda só dos egbomes, nesta roda só quem tem obrigação de 7 anos no chão, pode ter 40 anos de santo não tem 7 anos sai da roda dos egbomes.
kẹkẹ Oloyê, nesta roda só entra quem tem oyê, ou seja cargo confirmado, pode ter 7 anos não deu obrigação de oyê. Sai da roda.
kẹkẹ mimo, nesta roda só quem recebeu ibaxé ou esta entronizado numa cadeira de axé. Caiu em desuso. Que é chamada mesmo de igba-Mimo. Ou cabeça sagrada, pois ali esta o fundamento para uma nova casa de santo. Dai Babatemi ou IYátemi. Pai ou mãe que tem a cabaça sagrada.