CATIMBÓ

O Catimbó, assim como a maior parte das religiões xamânicas e da pajelança. É considerado um culto de transe, no qual as entidades, conhecidas como Mestres, se utilizariam o corpo do Catimbozeiro e, momentaneamente, tomariam todos os domínios básicos do organismo.

Eu tenho a honra de trabalhar com o Seo Zé Pilintra, que pega minha cabeça. Eu sou Alexandre de Exu, Bàbálorixá da nação Ketú e de Ifá. E atendo para consultas.

É um culto de feitiçaria que combina a magia branca europeia com elementos negros, ameríndios e dos católicos; catimbau, é chefiado por um ‘mestre’ que defuma as pessoas. Usando um cachimbo. e a quem se recorre para resolver problemas diversos, seja para o bem, seja para o mal.

Concebe-se como Catimbó-Jurema, ou simplesmente Jurema, a religião que se utiliza de sessões de Catimbó na veneração da Jurema sagrada e mistura com os Orixás, pois não catimbó mesmo não tem orixá.

Exu
No Catimbó, Exu é a entidade responsável por ajuda os mestres em trabalhos pesados.
Diferente da Umbanda que os Exus possuem identidades distintas, dentro do Catimbó há uma subordinação total destas entidades a autoridade do Mestre, numa espécie de servidão.

O Exu de Umbanda e o Catimbozeiro consiste na sua função: no catimbó é utilizado na prática de trabalhos de proteção nas ruas, na Umbanda é o guardião que protege contra os espíritos “Inferiores”.
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Catimbó, nas línguas indígenas brasileira, significa “fumaça de mato” ou “vapor de erva”. Atualmente “Catimbó” é um dos nomes que identificam um conjunto específico de atividades religiosa.

Zé Pelintra é uma falange de entidades de luz originária da crença sincrética denominada Catimbó, surgida na Região Nordeste do Brasil. O Zé Pelintra também. Nome nativo: José Pereira dos Anjos outros dizem que JOSÉ GOMES PEREIRA. Outros que são do Catimbó e vem na Umbanda são; Maria Molambo, Maria Navalha, Maria Padilha, Maria Farrapo, Maria Navalha além de outros. Mas é preciso saber fazer os fundamentos deles dentro do Catimbó que aumenta em muito a forças deles.

Além das fumaças, utilizam água benzida, que as garrafas são colocadas abertas com o nome da pessoa onde é colocada as substancias espirituais que a pessoa precisa.

O universo espiritual do Catimbó é chamado de Juremá, onde habitam os mestres da Jurema e seus subordinados. Assim, segundo a crença, as cidades da Jurema são espaços sagrados onde vivem os caboclos e caboclas, mestres e mestras.

Alguns consideram o Catimbó o avô da Umbanda, pois influenciou muito a Umbanda, a Umbanda mesma saiu da nação Omolocô.

O carimbó é um ritmo amazônico, típico do Pará, que nasceu das mãos calejadas e dos pés descalços dos agricultores paraenses. Um ritmo, uma dança, uma identidade. Ritmo usado no Catimbó.