E aí entendeu? Como você tem o seus odus, que são o seu destino e o seu caminho. Como você não sabia disso? Vai dizer que ninguém teve paciência de te explicar. Vem comigo que vou te explicar.
Mas primeiro eu vou te dizer: Eu sou o Oba/Itefá e Baba Alexandre de Exu. Sou da nação ketú vou falar de odu Ifá e a influencia em nosso destino e caminho. Que vai antes de nascermos, nossa vida no corpo e após deixamos o corpo.
Não poucas vezes esbarramos com o nosso destino pelos caminhos que escolhemos para fugir dele fazemos nossos caminhos e lhes chamamos destino. Procure descobrir o seu caminho na vida.
Em primeiro ninguém é responsável por nosso destino, a não ser nós mesmos. “O destino não pode ser mudado. Existem vários vários caminhos, mas todos eles levam ao mesmo lugar, que é o aprimoramento e a evolução de cada um de nós.
Temos que entender que é nossa vida e o que vamos fazer dela, enquanto nós estamos no mundo material. Mas antes de chegarmos ao corpo ainda no plano espiritual nos preparamos para esse momento de volta a carne, para colocarmos em pratica o que nos comprometemos antes de voltar ao corpo.
Escolhemos as pessoas que vamos fazer essa nossa jornada no corpo, a Leila de Iemanjá, me escolheu para ajudar ela a crescer e evoluir. Mas ela precisa ter uma etapa em outro relacionamento até chegarmos juntos. Mas ela gerou atratividade que me atraiu.com isso começamos um caminho junto. No odu de caminho e que caminha para o de destino.
Na religiosidade africana temos; iniciação ao culto de Ifá, iniciação ao culto de eguns, ao culto de Iyamins, ao culto de Egbé Orun e ao culto de santo (orixá, Vodum ou Nkise). Na Umbanda tem iniciação. Então cada um tem um caminho é as vezes mais de um. Existe dois lados em nos mesmo.
No caminho para o nosso destino, já estamos vivendo ele. E com isso temos além dos nossos irmãos que estão no ayê, que chamamos de Egbé orun, temos o que vieram na terra, que forma o nosso ciclo de estudo, trabalho e família e tudo mais. Tudo isso é o caminho que é o nosso destino ao mesmo tempo.
Cada um é diferente de todos, temos que procurar o engajamento de todos. O pai de santo não fala meu Axé e sim nosso Axé. Os filhos falam meu axé.
Pois quando damos o primeiro passo para o nosso destino, o primeiro passo começa ser o nosso destino em movimento. Quem vem com o caminho de pai de santo ou mãe de santo ou Ojê nada mais que um “GARÇOM” que serve a todos com cordialidade e respeito. Um zelador pode também.
O pai/mãe de santo tem que puxar positividade para o axé e motivar as pessoas a seguirem seus caminhos. O pai de santo tem que explicar aos filhos que precisa da ajuda deles. O pai/mãe de santo tem a obrigação envolve os filhos nas decisões do Axé. Para mostrar que ele tem parte dele ali e o santo dele também.
Quando iniciamos para fazer santo, estamos pagando na feitura, nas obrigações para aprender. Então vamos na casa de santo para aprender e praticar. Esse é o caminho que leva ao destino.
Somos diferentes um do outro, e temos que entender isso. Pois o ser tem 4 odus que é diferente de pessoa para pessoa, temos o eledá que nos influencio. Exu em Okaran Meji mostra o princípio diferenciado. Todos somos iguais com muitas diferenças.
Somos também produtos do meio que vivemos. Esse meio não é só aqui na terra como também lá do plano espiritual que viemos. A casa de axé é um caminho e o destino. Por isso tem o entra e sai. Todo tem que ajudar o axé a crescer e tem que crescer junto dele.