Alexandre de Exu


Cargos de Santo

Existe Oyê e Ipôs. Um nasce com você o outro é uma condição que você ganha ou recebe de acordo com seus méritos.

Oyê = sua missão no santo, posto. Com o santo.(odu).
Ipôs = cargo, posição social. Aptidão (tombo).

 

Não existe certo ou errado, tem cargo numa casa que é desconhecido em outra e a tarefa feita por pessoa de outro cargo. Pois depende da raiz, nação e seguimento.
HIERARQUIA NO CULTO DE IFÁ
BABÁLAWÓ Sacerdote do Orixá Orúnmilá-Ifá do Culto de Ifá.
PETEBIS são mulheres iniciadas no Culto de Ifá.
AWOFAKAN, são os homens iniciados na primeira fase de Ifá, que poderão virem a ser babalawôs ou não.
OBAORIATES – são awofakans que não seguiram caminho de babalawo e cuidam de Orixá com o conhecimento de adquirido com Ifá.

HIERARQUIA NO CULTO AOS EGUNGUN
Masculinos:
1. Alapini (Sacerdote Supremo, Chefe dos alagbás),
2. Alagbá Sacerdote (Chefe de um terreiro),
3. Ojê (iniciado com ritos completos),
4. Ojê agbá (ojê ancião),
5. Atokun (ojê que guia de Egum),
6. Amuixan (iniciado com ritos incompletos),
7. Alagbê (tocador de atabaque).
Alguns oiê dos ojê agbá: Baxorun, Ojê ladê, Exorun, Faboun, Ojé labi, Alaran, Ojenira, Akere, Ogogo, Olopondá.
Femininos:
1. Iyalode (responde pelo grupo feminino perante os homens),
2. Iyá egbé (lider de todas as mulheres),
3. Iyá monde (comanda as ató e fala com os Babá),
4. Iyá erelu (cabeça das cantadoras), erelu (cantadora),
5. Iyá agan (recruta e ensina as ató), ató (adoradora de Egun).
Outros oiê: Iyale alabá, Iyá kekere, Iyá monyoyó, Iyá elemaxó,Iyá moro.

HIERARQUIA NO CANDOMBLÉ KETU
Iyá / Babá: significado das palavras iyá do yoruba significa mãe, babá significa pai.
Iyalorixá / Babalorixá: Mãe ou Pai de Santo. É o posto mais elevado na tradição afro-brasileira.
Alagbá: Cargo masculino, chefe dos Oyê. Em algumas casas é também chamado de Ogan. Pode desempenhar diversas tarefas de cunho espiritual e civil e não entra em transe.
Mogbá: Cargo masculino específico do culto a Xangô. Ministro de Xangô.
Tojú Obá: Cargo masculino específico do culto a Xangô. Olhos do Rei.
Iyaegbé /Babaegbé: É a segunda pessoa do axé. Conselheira, responsável pela manutenção da Ordem, Tradição e Hierarquia.
Iyalaxé (mulher): Mãe do axé, a que distribui o axé e cuida dos objetos ritual.
Iyakekerê (mulher): Mãe Pequena, segunda sacerdotisa do axé ou da comunidade. Sempre pronta a ajudar e ensinar a todos iniciados.
Babakekerê (homem): Pai pequeno, segundo sacerdote do axé ou da comunidade. Sempre pronto a ajudar e ensinar a todos iniciados.
Ojubonã ou Agibonã: É a mãe criadeira, supervisiona e ajuda na iniciação. É o segundo cargo mais importante numa casa, é a continuidade. Todos abaixam para ela, pois passaram no Ariaxé dela. Nunca homem.(útero, peito, ovários e mapoa). Esse cargo é complicado descreve-lo.
Iyamorô: Responsável pelo Ipadê de Exu.
Iyaefun ou Babaefun: Responsável pela pintura branca das Iaôs.
Iyadagan e Ossidagã: Auxiliam a Iyamorô.
Axogun: Sacerdote responsável pelo sacrifício dos animais. Dependendo do caso, no ritual de iniciação, este sacerdote pode assumir outro cargo, ja que axogun é um ogan.
Ajoiyês – chamada de Ekede
Aficobá: Responsável pelos sacrifícios dos animais de Xangô.
Aficodé: Responsável pelos sacrifícios dos animais de Oxossi.
Iyabassê: (mulher): Responsável no preparo dos alimentos sagrados as comidas-de-santo.
Iyarubá: Carrega a esteira para o iniciando.
Iyatebexê ou Babatebexê: Responsável pelas cantigas nas festas públicas de candomblé.
Adébo – Cargo ligado ao Exu.
Aiyaba Ewe: Responsável em determinados atos e obrigações de "cantar folhas.
Aiybá: Bate o ejé nas obrigações.
Ològun: Cargo masculino. Despacha os Ebós das obrigações, preferencialmente os filhos de Ogun, depois Odé e Obaluwaiyê.
Oloya: Cargo feminino. Despacha os Ebós das obrigações, na falta de Ològun. São filhas de Oya.
Iyalabaké: A guardiã do alá de osaala.
Iyatojuomó: Responsável pelas crianças do Axé.
Pejigan: O responsável pelos axés da casa, do terreiro. Primeiro Ogan na hirarquia.
Alagbê: Responsável pelos toques rituais, alimentação, conservação e preservação dos instrumentos musicais sagrados. (não entram em transe). Nos ciclos de festas é obrigado a se levantar de madrugada para que faça a alvorada. Se uma autoridade de outro Axé chegar ao terreiro, o Alagbê tem de lhe prestar as devidas homenagens. No Candomblé Ketu, os atabaques são chamados de Ilú. Há também outros Ogans como Gaipé, Runsó, Gaitó, Arrow, Arrontodé, etc.
Ogâ ou Ogan: Tocadores de atabaques (não entram em transe).
Ebômi: Ou Egbomi são pessoas que já cumpriram o período de sete anos da iniciação (significado: meu irmão mais velho).
Ajoiê ou ekedi: Camareira do Orixá (não entram em transe). No Terreiro do Gantois, de "Iyárobá" . Ekede é termo de origem Jeje, que se popularizou e é conhecido em todas as casas de Candomblé do Brasil.
Iaô: filho-de-santo (que já foi iniciado e entra em transe com o Orixá dono de sua cabeça). É uma posição social na comunidade.
Abiã ou abian: Novato. É considerada abiã toda pessoa que entra para a religião após ter passado pelo ritual de lavagem de contas e o bori. Poderá ser iniciada ou não, vai depender do Orixá pedir a iniciação.
Sarepebê ou sarapebê é responsável pela comunicação do egbe (similar a relações públicas).
Otun e Osy Axogun são os auxiliares do Axogun
Apokan responsavel pelo culto de Olwuaye e o Olugbajé
Assogba Supremo sacerdote do culto de Obaluaiyê/Azawane.
Babalosanyin: Responsável pela colheita das folhas.
Oluponan: Sacerdote do culto de Exu
AjaIbeji/TojuIbeje - Cuida do orixá Ibeje e de suas coisas. Ligação com os abikus.

 

 

HIERARQUIA DO CANDOMBLÉ JEJE
Os vodunsis da família de Dan são chamados de Megitó, enquanto que da família de Kaviungo, do sexo masculino, são chamados de Doté; e do sexo feminino, de Doné
No Jeje-Mahi
1. Doté é o sacerdote, cargo ilustre do filho de Sogbô
2. Doné é a sacerdotisa, cargo feminino, esse título é usado no Terreiro do Bogum onde também são usados os títulos Gaiaku e Mejitó. similar à Iyalorixá
No Jeje-Mina Casa das Minas
1. Toivoduno
2. Noche
No Kwé Ceja Houndé
Gaiaku, cargo exclusivamente feminino.
Ekede - feminino
Os cargos de Ogan na nação Jeje são assim classificados:
Pejigan que é o primeiro Ogan da casa Jeje. A palavra Pejigan quer dizer “Senhor que zela pelo altar sagrado”, porque Peji = "altar sagrado" e Gan = "senhor".
O segundo é o Runtó que é o tocador do atabaque Run, porque na verdade os nomes dos atabaques Run, Runpi e Lé são Jeje.

TÍTULOS HIERÁRQUICOS BANTU, ANGOLA, CONGO
Ekede na Angola, é chamada de "makota de angúzo", "ekedi"
1. Tata Nkisi- ou tateto Nkise - Zelador.
2. Mametu Nkisi - Zeladora.
3. Tata Ndenge - pai pequeno.
4. Mametu Ndenge - Mãe pequena(há quem chame de Kota Tororó, mas não há nenhuma comprovação em dicionário, origem desconhecida).
5. Tata NGanga Lumbido - Ogã, guardião das chaves da casa.
6. Kambondos - Ogãs.
7. Kambondos Kisaba ou Tata Kisaba - Ogã responsável pelas folhas.
8. Tata Kivanda - Ogã responsável pelas matanças, pelos sacrifícios animais (mesmo que axogun).
9. Tata Muloji - Ogã preparador dos encantamentos com as folhas e cabaças.
10. Tata Mavambu - Ogã ou filho de santo que cuida da casa de Bombogiro (de preferência homem, pois mulher não deve cuidar porque mulher menstrua e só deve mexer depois da menopausa, quando não menstrua mais, portanto, pelo certo as zeladoras devem ter um homem para cuidar desta parte, mas que seja pessoa de alta confiança).
11. Mametu Mukamba - Cozinheira da casa, que por sua vez, deve de preferencia ser uma senhora de idade e que não menstrue mais.
12. Mametu Ndemburo - Mãe criadeira da casa(ndemburo = runko).
13. Kota ou Maganga - Em outras nações EKEJI (todos os mais velhos que já passaram de 7 anos, mesmo sem dar obrigação, ou que estão presentes na casa, também são chamados de Kota).
14. Tata Nganga Muzambù - babalawo - pessoa preparada para jogar búzios.
15. Kutala - Herdeiro da casa.
16. Mona Nkisi - Filho de santo.
17. Mona Muhatu Wá Nkisi - Filha de santo (mulher).
18. Mona Diala Wá Nkisi - Filho de santo(homem).
19. Tata Numbi - Não rodante que trata de babá Egun(Ojé).
Sacerdotes na África

 

BANTU (ANGOLA-KONGO).
Kubama : adivinhador de 1a categoria.
Tabi: adivinhador de 2a categoria.
Nganga-a-ngombo: adivinhador de 3a categoria.
Kimbanda : feiticeiro ou curandeiro.
Nganga-a-mukixi: sacerdote do culto de possessão (Angola).
Niganga-a-nikisi: sacerdote do culto de possessão (Kongo).
Mukúa-umbanda: sacerdote do culto de possessão (Angola-Kongo).

 Divisão Sacerdotais no Brasil
Angola-língua quimbundo-Kongo-língua quicongo
Mam etu ria mukixi: sacerdotisa no Angola.
Tat etu ria mukixi: sacerdote no Angola.
Nengua-a-nkisi: sacerdotisa no Kongo.
Nganga-a-nkisi: sacerdote no Kongo.
Mam etu ndenge: mãe pequena no Angola.
Tat etu ndenge: Pai pequeno no Angola.
Nengua ndumba: mãe pequena no Kongo.
Nganga ndumba: pai pequeno no Kongo.
Kambundo ou Kambondo: todos os homens confirmados.
Kimbanda: Feiticeiro, curandeiro.
Tat a Ngunzo: responsável pelo ngunzo (axé) da casa. E segredos dos orôs.
Kisaba: pai das sagradas folhas.
Tata utala: pai do altar.
Kivonda: Sacrificador de animais (Kongo).
Kambondo poko: sacrificador de animais (Angola).
Kuxika ia ngombe: Tocador (kongo).
Muxiki: tocador( Angola).
Njimbidi: cantador.
Kambondo mabaia: responsável pelo barracão.
Kota: todas as mulheres confirmadas.
Kota mbakisi: responsável pelas divindades.
Hongolo matona: especialista nas pinturas corporais.
Kota ambelai: toma conta e atende aos iniciados.
Kota kididi: toma conta de tudo e mantém a paz.
Kota rifula: responsável em preparar as comidas sagradas.
Mosoioio: as (os) mais antigas.
Kota manganza: título alcançado após a obrigação de 7 anos.
Manganza: título dado aos iniciados.
Uandumba: designa a pessoa durante a fase iniciatória.
Ndumbe: designa a pessoa não iniciada.

 

Referências
Faraimará, o caçador traz alegria: Mãe Stella, 60 anos de iniciação, Raul Giovanni da Motta Lody, Stella (de Oxóssi, Mãe.), Pallas, 1999
Agadá: dinâmica da civilização africano-brasileira, Marco Aurélio Luz, Editora da Universidade Federal da Bahia, 2000
A familia de santo nos canbombles Jejes-Nagos de Bahia, Vivaldo da Costa Lima, Bahia, 2003
Diáspora africana Por Nei Lopes
História e ritual da nação jeje na Bahia, Luis Nicolau Parés, Editora Unicamp, 2006
Candomblé: agora é Angola Por Ivete Miranda Previtall
Ancestralidade Africana no Brasil: Mestre Didi, 80 anos, Juana Elbein dos Santos, SECNEB, Sociedade de Estudos da Cultura Negra no Brasil, 1997
Um vento sagrado: história de vida de um adivinho da tradição nagô-kêtu ... Por Muniz Sodré, Luís Filipe de Lima, 1942
O candomblé da Bahia: (rito nagô), Roger Bastide, Companhia Editora Nacional/MEC, 1978

 

ARGOS (Ipôs) e OYÊS da Nação ketu e Subdivisões Nagôs!

Os cargos de cada ilê se diferenciam por suas raizes e nação, e ficando a critério do babalOrixás do ilê a nomeação de cada cargo, dependendo da responsabilidade de cada filho da casa. Exitem casas que no entanto não se cultiva muitos cargos devido a falta dos yawos ou ekedis e ogans e etc... Não sendo os mesmos responsaveis, segundo o babalOrixás da casa ; ficando assim a casa sem tal cultura e fundamentos.
Dentro de nossos principios e de nossa cultura deveriamos e vamos nos esforçar para apresentar se,mpre um candomblé de raíz, no qual devemos nos esforçar para não se perderem nossas tradiçoes mais antigas.
Ipôs e Oyês da Nação Ketu e Subdivisões Nagôs:

 


OGÃN : protetores civis do terreiro antigamente, hoje passa a exercer funções religiosas também. Entre os Ogans destacamos certas funções importantes e de mando dentro do terreiro, juntos com os sacerdotes (as) eles administram os terreiros. Não viram de santo.
ALAGBE: Chefe da comunidade (morada), o Onilu é o escolhido para tocar o atabaque denominado Run, possui seu Otun Alagbe e seu Osí alagbe que tocam os outros atabaques e cantam os candomblés.
PEJIGAN: Zeladores do Peji e responsáveis pelo ilê òrìsà. Posto da etni, KETU e não JEJE como se equivocam alguns desinformados.
ASOGUN: Sacrifica os animais de quatro pés (Eranko) a priori, e os outros também quando não há na casa seu Otun e seu Osí responsáveis para isso. Posto proveniente do culto de Ogún na África e sua comunidade, portanto não é de bom senso haver Asoguns de outros òrìsà e sim somente filho de Ogún é fato a condição de supremacia que esse Orixá possui sobre os Obés sendo ele mesmo Olobé, ou seja, o dono da faca e louvado antes de qualquer sacrifício para quem procede corretamente. Podem ser rodante ou não.
OLOBÉ: Que vem a ser um epíteto de Esu é comum chamar Adébo a esse oyê, possui as mesmas determinações se for feito os atos referentes a Esu dessa condição sacerdotal.
SARAPÉGBE: Era quem transmitia as decisões da comunidade, comunicando entre os terreiros, as festas e obrigações que seriam realizadas. Fazia os convites. Sara= o que corre, pé= e comunica, egbe = as coisas da comunidade, geralmente esse posto era dado aos filhos de Ogún. Hoje esta esquecida, sobretudo nas grandes cidades.
APEJÁ: Esquecido no Brasil por não haver sacrifícios de cães selvagens como na África. Cão selvagem.
ELEMASÔ: Oyê referente à casa de Osalá, é um título do próprio Osalá como conta seu mito, há oyê no culto para situações que envolvem seu culto como o de BABA MI ORO, faz-se necessário que os titulares sejam de Osalá.
Suas atuações não se limitam apenas a cerimônia do pilão como muita gente pensa.
AKIRIJEBÓ: Pessoas que frequentam várias casas e não se fixam em nenhuma antigamente eram chamadas de akirijebó, também é um oye da maior importância relacionado a entregas de ebós em locais determinados.
EPÊRIN: Posto dado aos filhos do Orixás Osòósí, (determinado Osòósí) e refere-se ao seu culto especifico nas casas antigas de candomblé.
OJÚ OBÁ: Posto dado às pessoas de Sàngó, seu representante maior foi nosso saudoso Pierre Fatumbi Verger que tinha esse Oye no Àsè do Opo Afonjá. Ë necessário que a casa pertença a Sàngó até mesmo para formar os outros Oye referentes à situação da casa, como mogba, maye, etc.
OJÚ ILÊ: O grande anfitrião da religião, sobretudo nas festas onde ficam encarregados de receber os visitantes e acomodá-los, quando se faz necessário ele ajuda em tudo dentro da casa na ausência dos outros Oyê.
IYÁ EFUN ou BABA EFUN: são os responsáveis, pela pintura dos yawôs.

AJOIYÊS: mulher não rodante, algumas se destacam e são chamadas carinhosamente de mães, não só pelo filho do orixá, que a suspendeu como por toda a comunidade. Como se chama ekede no keto. EKEDJI: como é chamada na Nação Jeje Mahi, ficou muito popular, para a mulher não rodante.
IYALASÔ: Cuida das roupas... santo e yiaô. Ensina como se veste.
IYALÊ: Mãe da casa, auxiliar direta da IyalOrixás. Ekedi é o Ipô (cargo), depois vem o Oyê específico as condições de cada uma.
IYÁ/BABA - EGBÈ- é a conselheira a primeira pessoa do asé, responsável pela manutenção da ordem, tradição e hierarquia. A mãe de santo da mãe/pai de santo da casa.
IYÁ LAXÉ- Mãe do axé a que escolhe os Oloyês de acordo com as determinações superiores. Que irã participar de determinada ação da casa.
IYÁ KEKERE- Mãe pequena do ilê. Esta auxilia o Pai de santo ou mãe de santo.
YIÁ OJUGBONÃ - É a mãe criadeira. É na verdade o segundo cargo mais importante de qualquer casa. E a certeza da continuidade. Ligado as ancestralidades e Exu.
IYÁ DAGAN- Auxilia a iyamoro e vice-versa.
IYÁ BASSÉ- Responsável pelo preparo dos alimentos, todos podem ajudá-la mas ela é a responsável por qualquer falha na comida dos Orixás.
IYÁ ROBÁ- Responsável pela esteira do iniciado e carrega a toalha do orixá para sua assessoria.
IYABAEWE- Responsável por determinados atos em obrigações de uso de ewe.
OLOGUN- Cargo masculino que despacha os ebós das grandes obrigações. De preferência para filhos de Ogum.
OLOYA- Cargo feminino que despacha os ebós das grandes obrigações. São filhas de Oyá.

IYÁ TOJUOMÓ- Responsável pelas crianças da casa.
BABALOSSAYN- Responsável pelos fundamentos dos banhos e de tudo que leva folhas ou ervas e cargo de intensa responsabilidade. São filhos de Ossayn.
ALABAWY-Que trabalha na area juridica e cuida dos interesses civís do ilê.
ABIÃ- Em yorubá significa "aquele que vai nascer". Aspirante que ainda não passou pelo processo de iniciação.
IAWÔ - Iniciado. Termo que designa o noviço após a fase de reclusão iniciatória.
EBOMI - Título dado ao Iaô após sete anos de iniciação. Posição social.

OYÊ- Ajudante do yawô, verificando todas os obrigações de ronkó

 

 

 



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